| |
Sabe aqueles lugares que parecem estacionados no tempo? Eis um deles. Em pleno Itaim dos endereços caros e badalados, Hugo Cabral Filho comanda um botequim com cara de vendinha do interior. A casa foi herdada da família, que entre 1927 e 1986 manteve ali um comércio de secos e molhados. Atrás do balcão, ele anota na ponta do lápis o consumo das mesas, serve a cerveja, lava os copos e ainda dá prosa para a freguesia. Tudo com a ajuda da irmã, Emiliana Cabral. Quem gosta de nostalgia vai curtir as prateleiras repletas de cacarecos como máquina de escrever, um trompete e até medalhas da Revolução de 1932. Para beliscar, tem porções de tremoço e azeitona preta, sanduíche de mortadela e pastéis, que demoram a sair. Aliás, se estiver com pressa, procure outro bar. No Botequim do Hugo, o tempo não passa.Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana
Tags: botequim de verdade pastel Original tradicional
|
Graças a oito freezers verticais, ajustados abaixo de zero grau, a cerveja está sempre trincando nesse legítimo boteco aberto em 1970. Suas 25 mesas, cobertas por toalhas azuis e brancas, ficam numa varanda voltada para a rua - daí o nome. Um dos famosos tira-gostos do cardápio, a delícia do pé consiste em peito de frango empanado com recheio de creme branco. Experimente também o bolinho de massa de batata recheado com carne moída, vendido por unidade. Serve uma concorrida feijoada na cumbuca, para dois, às quartas e aos sábados. Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana
Tags: boteco vila madalena amigos cerveja
|