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Para chegar, a partir da Avenida General Edgar Facó, à Freguesia do Ó, encara-se uma subida de 800 metros. Lá no alto, junto a uma pracinha com igreja, encontra-se o olimpo paulistano das cervejas. Hospedado há 21 anos num casarão do século XIX, o Frangó leva novamente o prêmio de a melhor carta de loirinhas, morenas e ruivas da cidade. Embora a oferta de endereços especializados na bebida tenha aumentando bastante nos últimos tempos, nenhum deles alcança o Frangó em número de rótulos. Atualmente, o bar dispõe de 250, entre nacionais e importados. Além disso, os proprietários Cassio Piccolo e Norberto D"Oliveira lançaram neste ano um novo e robusto menu. Tem vinte páginas, pesa 850 gramas e traz dicas e sugestões de degustação. Nele, as delícias fermentadas não são ordenadas por país, e sim por tipo. Entre as ales (pronuncia-se êils), ou seja, de alta fermentação, merecem destaque as douradas Piratt, da Bélgica, e Urthel Hop-It, holandesa oferecida numa garrafa de 750 mililitros com rolha. Das ales escuras, mire a belga Gulden Draak, aromática e de paladar encorpado. Também compõem o acervo etílico as trapistas (feitas por monges), caso da Westmalle Tripel, e as safradas, a exemplo da cara Cuvée van de Keizer 2000 (750 mililitros), produzida só uma vez por ano, sempre no dia 24 de fevereiro. Com preços mais moderados, os rótulos de microcervejarias brasileiras marcam presença, como as famílias da catarinense Eisenbahn e das paulistas Baden Baden e Colorado. Antes de se entregar a essas perdições engarrafadas, abasteça-se com as famosas minicoxinhas de frango e catupiry. Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É
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Abrigado numa esquina cheia de bossa, de frente para um bucólico larguinho de paralelepípedos, virou um dos destaques da nova geração de botecos. Suas catorze mesas vivem quase sempre lotadas graças a duas valiosas virtudes: os quitutes de primeira, a exemplo da venerada coxinha de frango com catupiry, e as sensacionais caipirinhas preparadas pelo barman Souza. Experimente a de jabuticaba, a de tangerina com pimenta dedo-de-moça, e a de limão, gengibre e cravo (com vodca). Aos sábados, rola por lá uma concorrida feijoada de gostinho caseiro. Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana
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