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italiana      (mostrando 5 de 13 resultados)

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Bar des Arts

Está entre os restaurantes mais bonitos da cidade. Suas mesas ficam em um salão aberto para um belo jardim. Dispostos em bufê na hora do almoço, os pratos foram selecionados pelo sócio Giancarlo Bolla, dono também do ótimo La Tambouille. São receitas que mudam constantemente, com exceção da feijoada oferecida aos sábados e da paella valenciana programada para os domingos. No jantar, escolhe-se em um menu que traz estrogonofe de filé mignon acompanhado de batata palha e arroz. Para petiscar, bastonete de pizza recheado de picanha e queijo emmental.Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana

Tags: restaurante itaim Vinho caro 

 

Cantinetta

Aberta inicialmente como rotisserie, a loja de Jean Grassi virou restaurante há cinco anos. As mesas ficam sobre um deque rodeado por um jardim, no átrio central de uma pequena galeria. Entrada: terrine de creamcheese com molho pesto e tomates secos. O prato que leva o nome da casa traz filé de linguado grelhado na manteiga de curry, arroz de jasmim com coco, chutney de manga e banana grelhada. Sobremesa: barrinha crocante de chocolate, caramelo e amêndoas.Texto publicado originalmente em VEJA - O Melhor da Cidade - Vale do Paraíba - Mar.

Tags: italiana praia contemporânea culinária 

 

Don Pepe Di Napoli

Segue a linha da cozinha ítalo-paulistana, cuja cantina-mãe é o Gigetto, no centro da cidade. Em tamanho grande, a salada napolitana combina folhas verdes, tomate, palmito, talos de erva-doce e torradas ao alho. Na seqüência, ravióli de ricota ao molho parisiense (creme branco, frango desfiado e ervilha). Pratos para dois. Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana

Tags: italiano massa cantina boa comida 

 

Famiglia Mancini

Um fenômeno! Em quase três décadas de funcionamento, o proprietário Walter Mancini estima que a cantina deva ter atendido quase 10 milhões de pessoas. Entre os clientes não estão apenas paulistanos, mas também turistas brasileiros e estrangeiros. Essa multidão se deixa seduzir não só pelas massas, como também pelo tentador balcão de antepastos. Campeã de pedidos, a lasanha à bolonhesa enfrenta um rival de peso. Trata-se do filé à parmigiana, um bifão ao molho de tomate gratinado sob uma camada de mussarela e parmesão. Chega guarnecido de uma massa ou de arroz com fritas. Pratos para dois. Mancini mantém na mesma quadra outros dois restaurantes -- Walter Mancini Ristorante e Pizzaria Avanhandava 34 -- mais o bar Jeremias, o Bom.Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana

Tags: italiano centro cantina massa 

 

Gigetto

Desde sua inauguração, em 1938, ocupou dois pontos antes do atual. O restaurante foi aberto na Avenida Rio Branco e depois se transferiu para a Rua Nestor Pestana, também no centro. Ficava em uma antiga mansão, demolida para dar lugar a um hotel. Nesse endereço, conheceu o apogeu, quando seus salões eram freqüentados pela alta sociedade e por artistas. Servia pratos da culinária internacional preparados no réchaud, caso do steak diana (filé ao molho madeira guarnecido de purê de batata), que continua no cardápio até hoje e é feito na cozinha. Assumiu depois as feições de cantina e revelou restaurateurs como Giovanni Bruno e João Lellis. De seu cardápio, a massa mais famosa é o capelete à romanesca. Recheado de carne, esse macarrão vai ao forno para gratinar em molho branco, cogumelo paris, presunto e ervilha. Porções para duas pessoas. Receba por e-mail a programação cultural da cidade. Cadastre-se Veja a newsletter É Hoje! do último fim de semana

Tags: italiana cantina italiano almoço 

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